Espaço onde o casal Giovani e Bya une suas profissões, habilidades e projetos, dividindo o conhecimento e divulgando conclusões com amigos e comunidade.
quinta-feira, 12 de julho de 2012
Festas de Escola
Recebemos uma matéria jornalística da internet, onde algumas pessoas desejavam autorização para a venda de bebidas alcoólicas em festas de escola, em Santa Cruz do Sul. O pedido passou por escolas, secretarias, coordenadorias, e acabou parando no Ministério Público, onde a promotora, Simone Spadari, proibiu, com base nos Art. 127 e 129 da Constituição Federal, além do Art. 5º da LDB e o Art. 201 do ECA. Alertou ainda que também não é permitido, ao menos no RS, a venda, e nem mesmo o uso de cigarros nas escolas.
Não é crime tomar uma cervejinha ou um copo de vinho. De preferência se não for dirigir... Mas tudo tem sua hora e lugar, na igreja ou no local de trabalho não seria nada adequado o consumo de bebida alcoólica, seria? E na escola muito menos. O que queremos que nossos jovens aprendam?
A promotora ainda dá uma lição, dizendo que mesmo o quentão, tradicional das festas no nosso inverno rigoroso, poderia ser confeccionado com suco de uva. E que os produtos a serem vendidos na escola deviam ser artesanatos produzidos pelos alunos, quitutes da comunidade, ou trabalhos das aulas de artes.
O Que Esperar dos Projetos Sociais?
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Definitivamente, a polícia é a última esperança, até para quem não gosta dela. A atual forma de agir em prevenção nas polícias militares é investir nos projetos sociais. Isto é sabido. Muitos são os que mandam contra, principalmente no público interno (colegas). Uns acreditam que se faz projetos sociais para fugir ao atendimento de ocorrências, outros acham que é para “passar a mão por cima” de erros dos adolescentes.
O fato é que os projetos servem apenas para ajudar na educação. Esta se traz de casa. Na escola se aprende um pouco de conteúdo e lapida as chamadas “boas maneiras”, através de exemplo. Em projetos sociais se tem uma chance de conhecer profissões, realidades, talentos, etc...
No caso específico dos projetos policiais pode-se aprender metodologia de quartel, direito, defesa pessoal, trânsito, primeiros socorros, etc, mas MILAGRE, nem sempre é possível...
Elogio e Transferência
Foi transferido de Barra do Ribeiro nesta semana o soldado Marcello Larrea, para sua cidade natal, Santana do Livramento, após cinco anos prestando serviço em Barra do Ribeiro. Larrea era um dos ex-ocupantes de cabanas do Camping Municipal, e desde fevereiro vinha pagando aluguel na cidade. Foi elogiado por documento ao Escalão Superior pela atuação eficiente (efetuou três recuperações de veículos nos últimos meses, e prendeu dois foragidos, na gestão do comandante atual, entre outras atuações de destaque) e pela camaradagem com que lidava com comunidade e colegas. Sua esposa trabalhava numa padaria local, e a filha estudava no São José.
Todos desejamos que este irmão vá na paz, e continue sendo em sua terra natal esse exemplo de cidadão e de colega.
LUÍS GIOVANI ADAMOLI CASTRO
1º Tenente – Cmt do 2º Pelotão
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